Lygia Fagundes Telles, quem diria, mentia a idade. Documentos divulgados pelo genealogista Daniel Taddone mostram que a escritora, que morreu no último domingo, nascera em 1918, não em 1923, como consta da biografia dela na Academia Brasileira de Letras. A instituição diz que as informações haviam sido fornecidas pela própria imortal e que ela preferia “manter a discrição” em relação à idade. (UOL)
sexta-feira, 8 de abril de 2022
Lygia Fagundes Telles, quem diria, mentia a idade
Lygia Fagundes Telles, quem diria, mentia a idade. Documentos divulgados pelo genealogista Daniel Taddone mostram que a escritora, que morreu no último domingo, nascera em 1918, não em 1923, como consta da biografia dela na Academia Brasileira de Letras. A instituição diz que as informações haviam sido fornecidas pela própria imortal e que ela preferia “manter a discrição” em relação à idade. (UOL)
Morreu na quarta-feira, vítima de uma parada cardíaca aos 71 anos, o engenheiro Tadao Takahashi
Morreu na quarta-feira, vítima de uma parada cardíaca aos 71 anos, o engenheiro Tadao Takahashi, um dos pioneiros da internet no Brasil. Takahashi se formou em Ciência da Computação, em 1972, na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e fundou a Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP), contribuindo para o alcance nacional da internet no país. Por meio da primeira rede acadêmica iniciada pelo engenheiro, movimentos de coordenação formaram um alicerce para a distribuição de rede anos depois. Ele também foi o segundo brasileiro a fazer parte, em 2017, do Hall da Fama da Internet, prêmio que homenageia personalidades que contribuíram para a evolução da internet em toda sua história. O engenheiro deixa a irmã, Laura, com quem morava em Campinas. (Estadão)a
segunda-feira, 4 de abril de 2022
Morreu ontem, aos 98 anos, Lygia Fagundes Telles
Morreu ontem, aos 98 anos, Lygia Fagundes Telles, uma das mais importantes escritoras brasileiras do século 20. Vencedora dos prêmios Jabuti e Camões, entre outros, ela foi a terceira mulher a ingressar na Academia Brasileira de Letras. Segundo a ABL, a escritora morreu em casa, de causas naturais. Lygia nasceu na capital paulista, mas passou a infância no interior do estado. Aos 15 anos, já de volta a São Paulo, publicou Porão e Sobrado, seu primeiro livro de contos. Mas, para ela, o marco inicial de suas obras completas só veio em 1954: Ciranda de Pedra, apontado como um de seus melhores trabalhos, ao lado de Antes do Baile Verde (1970) e As Meninas (1973). Politizada, foi signatária do Manifesto dos Intelectuais contra a censura, em 1977. Em 1985 ingressou na ABL e, em 2005, recebeu o Prêmio Camões, o mais importante da língua portuguesa, pelo conjunto de sua obra. Nas redes, intelectuais, políticos e fãs lamentaram a morte da escritora. (g1)
Lygia era antes de tudo uma amante da literatura, como mostra nesta entrevista de 2007: “Quem está em processo de extinção é o leitor, que lê pouco ou não entende o que lê. Já o escritor anda aparecendo por toda parte. Ainda bem, estão aí todos lutando, escrevendo, as prostitutas fazendo suas memórias. Que façam, que escrevam, tudo é válido. Mas leiam.” (Folha)
Silviano Santiago: “A ficção de Lygia Fagundes Telles não tem essência a ser procurada pelo leitor. Há que se aprender a conviver com ela. Tanto nos contos quanto nos romances, ela traz para a literatura contemporânea brasileira o sentido do texto escrito de acordo com as formas de espetáculo privilegiadas pelas classes populares. Na prosa de Lygia, a sensualidade felina programa a criação de inúmeros e inesquecíveis personagens, de que a ficcionista é, inventariante, incorruptível e zelosa colecionadora.” (Estadão)
A ETERNA GRANDE DAMA DA LITERATURA BRASILEIRA
por Sharon Sevilha
Hoje, acordo com um dia lindo de outono e com a notícia triste, mas já esperada: a última grande escritora brasileira que eu admirava faleceu aos 98 anos, em paz, em casa. O dia lindo ficou feio e cinza.
Há diversas matérias falando sobre quem foi Lygia Fagundes Telles e sua importância literária. Falando dos prêmios que ela ganhou, da Academia Brasileira de Letras, sua vida e obra. É só jogar o nome dela no google. Conheço estas histórias de traz para a frente.
Falo aqui da importância que a escritora teve na minha vida e na minha formação. O primeiro livro que li foi AS MENINAS, submetido à inspeção da Ditadura Militar e que criticava duramente os anos de chumbo. Por sorte, todo polícial é burro. O safado que analisou seus escritos, não teve paciência para ler, olhou uma página ou outra, acreditou se tratar de uma história boba de três meninas e liberou. Ouvi esta história da boca dela, em uma das muitas palestras que ela deu nas mais diversas edições da Bienal de Livros de São Paulo.
Outra história que ela gostava de contar era sobre a pouca atenção dada aos escritores. Enquanto jogadores de futebol ganhavam milhões por uma aparição pública, o escritor ganhava, no máximo, um ramalhete de flores que estavam murchos antes de chegar ao hotel.
A Lygia (eu a tratava com uma intimidade incrível: nada de a senhora, era você mesmo. Que dona Lygia nada, era só Lygia) também gostava de contar que vinha de uma família rica, mas que ela era pobre. Seu pai perdeu todo o dinheiro da família em jogos de azar. Ela dizia: “avô rico, pai pobre, neto mendigo. Eu sou a neta mendiga” - e ria de si e todos riam com ela.
Tenho toda sua obra na minha modesta biblioteca. Os mais antigos foram herança da minha mãe, os últimos, presentes do meu marido.
Vejo muito do meu jeito de escrever prosa influenciado pelo jeito dela: a dor, a loucura, a morte. Todos os meus escritos tem personagens assim e terminam de maneira trágica.
Embora ela tenha se formado em Direiro, nunca me interessei pela profissão, sempre gostei mais das Letras. Ela nunca advogou, nem sei se tirou OAB, sempre escreveu. Este era o seu único ofício. E aprendi com a ela a responder: não me peça para fazer de graça a única coisa que sei fazer cobrando. Escrever.
Outra coisa que ela dizia e que eu trouxe para mim: a pouca idade não justifica o mau texto”. Por isso, nunca mostrei o que escrevo. Escrevo e guardo. Pronto.
Tive a oportunidade de encontrá-la, como disse acima, em diversas Bienais. Em uma delas, pedi que autografasse meu conto preferido, As Cerejas, mas não soube explicar - e ainda não sei – o porquê deste conto mexer tanto comigo. Seja como for, fica o link para que você o leia também.
Obrigada por tudo, Lygia: por ter me mostrado o caminho maravilhoso das Letras e por fazer parte da formação da minha personalidade.
http://leiadevez.blogspot.com/
quarta-feira, 30 de março de 2022
Outra perda para a cultura foi a morte, aos 70 anos, da atriz Djenane Machado.
Outra perda para a cultura foi a morte, aos 70 anos, da atriz Djenane Machado. Filha do lendário produtor Carlos Machado (1908-1992), ela estreou na TV em 1968 e fez fama em novelas como O Cafona, de 1971, e Estúpido Cupido, de 1976, além de participação em diversos filmes. Em 1972 foi escalada como Bebel na primeira versão da Grande Família, mas problemas com álcool e drogas a fizeram ser substituída após uma temporada por Maria Cristina Nunes. Em 1992, com a morte do pai, Djenane deixou a carreira artística para se livrar da dependência química e passou os 30 anos seguintes vivendo reclusa na Zona Sul do Rio. (Globo)
Elifas Andreato, morreu ontem em São Paulo, aos 76 anos
ADEUS AMIGO
Pense em um disco de algum artista marcante da MPB — Chico, Elis, Clara Nunes, Paulinho da Viola etc. Há 362 chances de você ter pensado numa capa desenhada pelo artista gráfico paranaense Elifas Andreato, que morreu ontem em São Paulo, aos 76 anos. Foram 40 anos de carreira, criando algumas das ilustrações mais marcantes da discografia nacional. Segundo a família, Andreato morreu em decorrência de um infarto sofrido dias atrás. (g1)
Mauro Ferreira: “Com linguagem visual geralmente pautada por cores vivas e identificada com a cultura popular do Brasil, a obra de Elifas é calcada em retratos emotivos que humanizam o artista em imagens evocativas do sofrido povo brasileiro, de signos políticos e símbolos que muitas vezes aludiram ao curso ininterrupto da vida.” (g1)a
terça-feira, 29 de março de 2022
Alain Delon fez publicar em sua conta de Instagram uma nota de despedida
O ator Alain Delon fez publicar em sua conta de Instagram uma nota de despedida. “Gostaria de agradecer a todos que me acompanharam ao longo dos anos e me deram grande apoio. Espero que os futuros atores possam encontrar em mim um exemplo não só no campo do trabalho, mas na vida cotidiana entre vitórias e derrotas”, diz o post. Aos 86 anos, o ator sofre ainda as consequências de um acidente vascular cerebral de 2019. Já havia mencionado a possibilidade de recorrer ao suicídio assistido, que é legal na Suíça, onde vive. (Estadão)
sexta-feira, 25 de março de 2022
Stephen Wilhite, morreu na semana passada, aos 74 anos, após complicações decorrentes da covid-19
O criador do popular formato de imagens animadas GIF, o americano Stephen Wilhite, morreu na semana passada, aos 74 anos, após complicações decorrentes da covid-19. Wilhite, que era programador, inventou o “Graphics Interchange Format” ou formato para intercâmbio de gráficos, em tradução livre, em 1987, enquanto trabalhava na CompuServe. O objetivo do formato era permitir a transferência de fotos usando conexões discadas. Em 1989 surgia o GIF animado. Décadas mais tarde, o GIF se tornou um dos símbolos mais marcantes da cultura da internet. (The Guardian).
segunda-feira, 21 de março de 2022
Nina Simone (1933-2003) voltou a ser motivo de polêmica por conta da peça Little Girl Blue
Radical, explosiva e brilhante, a cantora e pianista americana Nina Simone (1933-2003) voltou a ser motivo de polêmica por conta da peça Little Girl Blue, em cartaz num pequeno teatro de Nova York. Embora conte a vida da cantora sem retoques, a produção não pode usar qualquer composição dela, cujos direitos são administrados por seu advogado. Para levar o espetáculo aos palcos, os produtores se escoraram em canções de outros artistas gravadas por ela, como a que dá título à peça. (Estadão)
sexta-feira, 18 de março de 2022
Se estivesse viva, Elis Regina teria completado ontem 77 anos
Se estivesse viva, Elis Regina (Spotify) teria completado ontem 77 anos. Para homenagear a cantora, que morreu em 1982, seu filho mais velho, o produtor João Marcelo Bôscoli, fez dela a primeira artista brasileira a ter um álbum vertido para a tecnologia imersiva Dolby Atmos. E não é qualquer álbum, e sim Falso Brilhante (Spotify), de 1976, resultado de seu show mais famoso, com clássicos como Fascinação e Como Nossos Pais. João Marcelo contou com apoio de uma equipe da Dolby para adaptar o som à novas tecnologias sem perder o espírito da época em que o disco foi gravado. (Estadão)
segunda-feira, 14 de março de 2022
Morreu ontem, aos 71 anos, o ator americano William Hurt
Morreu ontem, aos 71 anos, o ator americano William Hurt, vencedor do Oscar de melhor ator em 1985 por O Beijo da Mulher Aranha (trailer), de Hector Babenco, baseado no livro de Manuel Puig. A atuação de Hurt como o preso homossexual Luis Molina rendeu-lhe ainda os prêmios de melhor ator do Bafta e do Festival de Cannes. Seu primeiro papel de destaque foi em Viagens Alucinantes, de 1980, mas conquistou o público no ano seguinte com o tórrido Corpos Ardentes. Não faltaram em sua carreira filmes brilhantes e algumas roubadas, como a versão de 1998 de Perdidos no Espaço. Para os mais novos, Hurt será lembrado como o antipático general (depois secretário) Ross do Universo Cinematográfico da Marvel. (UOL)
quarta-feira, 2 de março de 2022
Morreu no dia 19 de fevereiro, aos 71 anos, um dos criadores da Ethernet, David Boggs
Morreu no dia 19 de fevereiro, aos 71 anos, vítima de insuficiência cardíaca, um dos criadores da Ethernet, David Boggs. Ao lado do cientista Bob Metcalfe, com quem trabalhava no laboratório de pesquisa da Xerox PARC em Palo Alto na década de 1970, David criou a primeira versão da Ethernet, tecnologia de rede que conecta computadores a impressoras e outros dispositivos e à Internet — por meio de conexões com fio ou, após o WiFi, sem fio. (New York Times)
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2022
O cineasta Geraldo Sarno morreu aos 83 anos no Rio de Janeiro
O cineasta Geraldo Sarno morreu aos 83 anos no Rio de Janeiro (RJ) em decorrência de complicações da covid-19. Ele ficou conhecido por retratar os movimentos migratórios e a cultura popular no Brasil. Entre suas obras, destacam-se o documentário Viramundo (1965), sobre a diáspora nordestina para São Paulo, e a ficção Sertânia (2020), sobre um cangaceiro que vai para São Paulo, mas depois volta para o cangaço. (Folha)
Paulinha Abelha, cantora da banda Calcinha Preta, morreu nesta quarta-feira aos 43 anos
Paulinha Abelha, cantora da banda Calcinha Preta, morreu nesta quarta-feira aos 43 anos após entrar em coma. Ela estava internada em Aracaju, Sergipe, desde 11 de fevereiro devido a problemas renais. Segundo a equipe médica que cuidou dela, o óbito veio “em decorrência a um quadro de comprometimento multissistêmico”. Exames confirmaram a morte encefálica. Sergipana, natural de Simão Dias, Paulinha é uma das maiores vozes do forró eletrônico, gênero que deu uma roupagem pop ao forró tradicional. Ela passou pelo Calcinha Preta em três períodos. (g1)
O primeiro, e de mais sucesso, começou em 1998 e durou doze anos. Nesse período, a banda gravou os hits Você não Vale Nada e Louca por Ti, esse feito em cima da música Dust in the Wind, do Kansas. (YouTube)
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2022
Morreu aos 57 anos o cantor e compositor Mark Lanegan
Morreu aos 57 anos o cantor e compositor Mark Lanegan. Ícone do grunge, ele foi vocalista do Screaming Trees e fez parte do Queens of the Stone Age. Lanegan, que estava em carreira solo, vivia em Killarney, na Irlanda, onde a família o encontrou morto. A causa do óbito não foi revelada. (UOL)
Lanegan veio ao Brasil em turnê pela última vez em 2015 e falou em entrevista sobre sua trajetória. (Veja)
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2022
Morreu nesta quinta-feira o escritor, acadêmico Cândido Mendes de Almeida
Morreu nesta quinta-feira o escritor, acadêmico e advogado Cândido Mendes de Almeida aos 93 anos, vítima de embolia pulmonar. Ele foi membro da Academia Brasileira de Letras e reitor da Faculdade Candido Mendes, fundada em 1902 por seu avô, o senador do Império Cândido Mendes de Almeida. Seu corpo será cremado na ABL. Mendes era casado com a médica e pesquisadora Margareth Dalcolmo. (O Globo)
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2022
Arnaldo Jabor morreu na madruga de terça-feira (15) aos 81 anos
Arnaldo Jabor morreu na madruga de terça-feira (15) aos 81 anos. O cineasta, cronista e jornalista estava internado desde dezembro do ano passado no Hospital Sírio-Libanês em São Paulo em decorrência a um acidente vascular cerebral. Complicações do AVC o levaram a óbito. Houve uma cerimônia entre familiares e amigos pela tarde. Depois, corpo foi levado ao Rio de Janeiro, onde Jabor nasceu, para ser cremado após um velório aberto no Museu de Arte Moderna. (g1)
Jabor começou a carreira no cinema em 1967 com o documentário Opinião Pública, em que filmava quem encontrasse nas ruas. O sucesso de crítica e público veio em 1973 com Toda Nudez Será Castigada, adaptação de peça homônima de Nelson Rodrigues que lhe rendeu o prêmio de melhor diretor do Festival de Berlim. Então, dirigiu filmes como Eu Te Amo e Eu Sei que Vou Te Amar na década de 1980. (Folha)
Com a crise do cinema brasileiro durante o governo Collor, nos anos 1990, Jabor passa a se dedicar ao jornalismo e à crônica. Começou a escrever para Folha, Zero Hora e O Globo. Depois, foi para a frente das câmeras como comentarista do Jornal Nacional, Jornal da Globo e Bom Brasil. O estilo performático, de mãos agitadas ao ar, e feroz, de comentários ácidos, era marca registrada de Jabor. (O Globo)
Relembre algumas de suas frases mais marcantes. (g1)
Veja três filmes de Jabor que estão em serviços de streaming. (Estado de Minas)
Leia dez crônicas escritas por ele. (O Globo)
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2022
Morreu ontem, aos 90 anos, a atriz Monica Vitti
Morreu ontem, aos 90 anos, a atriz Monica Vitti, uma das grandes musas do cinema italiano, em particular do cineasta Michelangelo Antonioni (1912-2007). Monica começou a carreira no teatro, onde foi descoberta por Antonioni. Sob a direção dele, estrelou a lendária “trilogia da incomunicabilidade”: A Aventura (1960, trailer), A Noite (1961, trailer) e O Eclipse (1962, trailer). No fim dos anos 1960, Monica enveredou pela comédia, tornando-se uma referência no gênero. Nos anos 1990, migrou para a TV, onde atuou e dirigiu. A atriz sofria de Alzheimer. (UOL)
terça-feira, 25 de janeiro de 2022
Tom Jobim (1927-1994) completaria amanhã 95 anos
Vivo estivesse,
Tom Jobim (1927-1994) completaria amanhã 95 anos. Para comemorar a data, o Film&Arts exibirá, às 21h30, o primeiro episódio da série documental Bossa Nova, narrada por Daniel Jobim, neto do maestro. Além de depoimentos e imagens, a série traz artistas de diversas gerações relendo a obra de Tom. Os outros 12 episódios serão exibidos aos domingos, às 20h30, a partir de 6 de fevereiro. Outro destaque da semana, agora no streaming é a novela portuguesa Ouro Verde (trailer), que ganhou o Emmy internacional e estreia hoje na Globoplay. A trama, que tem diversos atores brasileiros, envolve conflitos de terras na Amazônia. Quem quer rir pode se preparar para Depois da Festa (trailer), que chega à Apple TV+ na sexta. Confira as principais estreias na TV. (Globo)
sexta-feira, 21 de janeiro de 2022
Morreu na noite de ontem do cantor e ator americano Meat Loaf
Outra perda foi a morte na noite de ontem do cantor e ator americano Meat Loaf (Spotify), aos 74 anos. Em seis décadas de carreira, o artista, que nasceu Marvin Lee Aday, vendeu mais de cem milhões de discos, a maioria de sua opus magna Bat Out Of Hell (Spotify), de 1977 – até hoje são vendidas 200 mil cópias do álbum por ano. Foi um sucesso improvável, um disco cuja faixa título tinha quase dez minutos (Spotify e YouTube ao vivo) e foi tocada em todas as rádios. Mas ele era um rock star improvável, obeso a ponto de adotar como nome artístico o cruel apelido “Bolo de Carne”. Começou como ator de teatro, fazendo The Rocky Horror Picture Show tanto nos palcos quanto na versão cinematográfica de 1975, e atuou também em Clube da Luta, de 1999. Foram 12 álbuns e mais de 50 participações em filmes e programas de TV, além da inspiração para todos os meninos gordinhos que algum dia sonharam com o estrelato. (New York Times)








